8º culto: Igreja Presbiteriana em Vila da Penha, RJ
Rio de Janeiro, 13 de julho de 2008.
Prezado K-fé,
Após um período de recesso, novamente me aventurei a participar de um culto numa igreja evangélica brasileira, dando continuidade à minha missão.
Tenho sido criticado por entrar nas igrejas com um gravador oculto. Por isso já fui taxado de tudo. O que os críticos não refletem é que preciso me passar por um visitante, refletir como estes são tratados, se há realmente interesse cristão pelos que não são freqüentadores habituais, se são notados, ajudados, se estes sentem-se acolhidos ou meramente um qualquer. Se o gravador for avistado por certo a atitude fora do costume irá provocar uma nova curiosidade e postura.
Assim sendo, às 19 horas do dia 13 de Julho, entrei na Igreja Presbiteriana em Vila da Penha, subúrbio leopoldinense. Era uma noite de festa, com o encerramento das Conferências Missionárias. Havia um certo alvoroço no santuário; pessoas se preparavam para a participação no evento. Acredito que isto fez minha presença ser pouco notada. Fiquei cerca de 14 minutos quieto, sentado no último banco, aguardando o desenrolar do evento.
A nave estava repleta de bandeiras de diversos países. Na frente um grande painel focalizava o tema: “ Derrubando fronteiras”. Um senhor aproximou-se de mim e saudou-me com um “ boa noite”. Observei uma igreja de faixa etária bem jovem e aparentemente bem relacionados. O templo tem uma capacidade para mais ou menos 300 pessoas. Os músicos davam os últimos retoques nos instrumentos. Algumas jovens arrumavam suas vestes, haja vista que tomariam parte ativa na programação dançando de acordo com as partes musicais. Soube que são denominadas de Levitas.
Finalmente, apareceu um dirigente pedindo que todos desligassem seus celulares. Fez a leitura bíblica no livro de Salmos 2:8 e começou o período de louvores. Em um dado momento o pastor orientou a todos a se cumprimentarem, inclusive aos visitantes. Todos saíram de seus lugares e mutuamente se congratulavam apertando as mãos. Sendo assim, fui muito acionado. Me veio a seguinte indagação: fui cumprimentado por amor ou obrigação?
Um jovem foi convidado a ir à frente com o seu instrumento musical e houve a dedicação especial daquele rapaz para o aprendizado de guitarra. Tivemos os momentos de dedicação dos dízimos e ofertas. Logo a seguir um jovem conclamou a uma nova “coleta”, desta feita para cobrir os gastos com o congresso.
Iniciou-se mais um período de louvor e duas crianças foram consagradas a Deus.
Nova cantoria, e neste instante foi ensinado um novo hino. Então às 20h e 47m o orador oficial foi apresentado. Pensei em me retirar devido ao entardecer da hora, mas algo me fez recuar e confesso que foi bom.
O pastor convidado pelo que entendi é um missionário da JOCUM ( Jovens Com Uma Missão). Esteve 10 anos entre os índios no Amazonas, no Rio de Janeiro evangelizando comunidades carentes e violentas (morro do Borel e Central do Brasil), e atualmente encontra-se no norte do Paraná. Disse que o seu ministério é para construir igrejas, preparar sua liderança e quando estiver andando com suas pernas, partir para novo campo. Fez uma rápida retrospectiva das noites anteriores e contou sobre sua experiência missionária no Rio de Janeiro, seu chamado e como foi sustentado juntamente com 10 pessoas. Em determinado momento abordou sobre uma ocasião em que nada havia de alimentação. Então oraram e ele disse que iria dar uma volta no quarteirão e voltaria com o sustento. Não é que ao passar por um local em Copacabana avistou no chão cinco cédulas do maior valor monetário brasileiro? Pensou ser um “mico”, pois algumas propagandas, utilizam estampas de cédulas bem parecidas para anúncios financeiros. Olhou-as e achou bem próximas do real. Lembrou que alguns jovens também têm mania de brincar amarrando cédulas com linha bem escura e puxá-las quando um desavisado se inclina para pegá-las. Não, não tinha nenhuma linha. Finalmente pisou nas notas, era realmente a providência de Deus. Naquele dia comeram até camarão. Em outra ocasião, quando a dificuldade apertava, receberam doação em dólares do povo do México. Em outro momento, ainda em Copacabana, a dispensa estava vazia. Não tinha mais nada. Orou e falou ao grupo: “vou sair e Deus vai providenciar nosso sustento”. É evidente que voltou à rua em que achou aquelas espécies anteriores e nada havia. Quando se aproximava de volta para casa pensando já na desculpa que teria que arrumar, avistou um cano que no seu interior tinha várias cédulas com uma boa quantia de dinheiro. Ao avistar e pegar, ouviu uma voz: “não temas, eu estou contigo”.
Me chamou a atenção o fato deste missionário recitar trechos grandes da bíblia de memória. A leitura da multiplicação dos pães narrada em Marcos 6:30 – 44 serviu de base para sua palestra. O seu testemunho foi envolvendo o ambiente que nem vi a hora passar. Quando dei conta era 21h 57m.
Ao término fez um apelo missionário e muitos jovens foram tocados. Maravilhoso Domingo.
Um grande abraço.
Irmão Xexéu

Olá. Gostaria de saber qual é o propósito de você entrar nas igrejas e dizer como foram os cultos.
Aparentemente vejo que você só duvida da integridade desse aqui por exemplo.
Você já pensou que o pastor da igreja possa ter simplismente avisado o momento em que aconteceria a confraternização da igreja e não ter mandado a igreja se abraçar?
Acho que você tem que começar a ver esses cultos com bons olhos, você não frequenta as igrejas pra saber como é!
Você é evangélico?
Ou só faz isso por diversão?
Não quero te questionar, só quero entender o objetivo de visitar igrejas e dizer o que ocorre.
E por que só nas evangélicaS?
Algo em especial?
Priscila
04/05/2009 em 20:48
Interessante seu blog. Só quero ver se alguém vai ter coragem de fazer uma visita ao local de reunião de grupos como as Testemunhas de Jeová e fazer relatos sincero. Tudo de bom!
Emerson Luís
31/03/2009 em 16:49
Gostei muito. Vou visitar sempre.
Existe vida inteligente na Internet afinal.
Visite meu blog: http://revjuba.blogspot.com/ . Não é vírus. sou eu mesmo. Pr. Juberto
Rev. Juba
23/11/2008 em 13:50
Caro, Ilton
talvez vc deva visitar a mesma igreja e talvez entenda do que ele fala…rsrs
Talvez seja isso que esteja te faltando.
Paz!
Simone
14/11/2008 em 15:07
Caro irmão Xexéu, você esqueceu todo o seu “criticismo”no 8-culto :Igreja Presbiteriana em Vila da Penha.Posso saber porque? Sou presbiteriano e não acredito nesses supostos “milagres sensacionalistas” que só servem mesmo para exaltar o eu dos homens que querem ser servidos mas nunca servi ao DEUS todo-poderoso.
Ilton Rocha
12/08/2008 em 11:55
Sexta-feira, visita ao centro de macumba, entro e levo uma baforada de charuto barato na cara! hauhauahauahuah Vejo uma galinha ser sacrificada, a mãe de santo dá uns passes hauhauahaiuah Com o avançar da hora, me despeço do cabloco ao lado e vou pra casa pedindo licença pro santo kKkKKkKKAKKAKAKAKAKAKAKA
Senhorita Prática
09/08/2008 em 21:15
Avaliando a foto do irmão Crecréu, acredito que a sua também seja “fake”, não é, irmão Xexéu? Ah, você aprova os comentários antes de eles serem publicados ou existe plena liberdade de expressão neste blog?
Senhorita Prática
09/08/2008 em 21:11
Obrigado, bróder. Retirei o link errado do corpo do texto.
K-fé
03/08/2008 em 18:00
Caro Xexéu
Gostaria simplesmente de informá-lo de que a Igreja Presbiterina de Vila da Penha, relatada no 8.° culto, não se trata da I Ig Presb de Vila da Penha – IPB – como link destacado do texto.
Volte sempre!
Ig Presb de Vila da Penha – Av. Brás de Pina, 1.374.
Ah…tenho certeza de que ao ser cumprimentado não o foi por obrigação, mas, no mínimo, por hospitalidade, porém, prefiro acreditar que foi por amor.
A paz de Cristo!
IPVP
02/08/2008 em 22:25